EAP forma mais 72 AEVPs
A solenidade foi realizada no auditório da Escola de Administração Penitenciária
Postado em : 11/06/2018



Foto: Reprodução/SAP

 

72 agentes de escolta e vigilância Penitenciária (AEVPs) celebraram a conclusão do Curso de Formação Técnico-Profissional, após 6 meses de aulas. A celebração ocorreu em 22 de maio, no Auditório da Escola de Administração Penitenciária “Dr. Luiz Camargo Wolfmann”.

No evento, houve a reunião de familiares e convidados que se emocionaram em cada etapa da cerimônia. Os discursos do orador e do paraninfo tratavam sobre as dificuldades enfrentadas pela distância dos familiares durante a formação profissional e também sobre as diferenças culturais entre os cursistas, pois os alunos tinham origem em várias regiões do Estado de São Paulo e, um menor número, de outros Estados.

O curso de formação exigiu muito dos alunos academicamente e também teve disciplinas que exigiram um bom preparo físico. Além disso, houve o aspecto emocional que multiplicou as dificuldades do curso, pois os agentes se distanciaram dos familiares e de suas cidades de origem já a partir do início das aulas. Os alunos precisaram de dedicação para as disciplinas de Legislação, Prática do Serviço de Escolta e de Vigilância, Direitos Humanos entre outras matérias específicas. As aulas do curso de formação foram realizadas na Escola de Administração Penitenciária (EAP) “Dr. Luiz Camargo Wolfmann”.

Lourival Gomes, secretário da Administração Penitenciária, iniciou o discurso com um pedido de desculpas em nome do governador Márcio França, que não pode comparecer em razão de outros compromissos anteriormente pré-agendados. O secretário destacou que a função do AEVP é extremamente relevante, mas lembrou que todos têm função importante no sistema prisional. Gomes também falou do sistema prisional paulista, que custodia cerca de 230 mil presos e ainda possuí 36.500 servidores. Ainda salientou que roda o país por causa da função que tem como presidente do Conselho Nacional de Secretários de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Administração Penitenciária (Consej), e por onde passa não vê servidores tão dedicados, tão abnegados e comprometidos como se tem em São Paulo. “Não é bairrismo, é observação técnica, é observação de quem transita pelo sistema prisional do país”.

 

Fonte: SAP





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