Que o Espírito da Páscoa esteja com você e sua família
Estamos vivendo momentos difíceis, inseguros e ainda temos de trabalhar enquanto que as pessoas que amamos estão isoladas.Neste momento, em que o mundo está doente e todos clamam por cura, desejamos que o Espírito da Páscoa ocupe um lugar de destaque na sua vida.Vamos aproveitar este momento para agradecer pela vida e pedir coragem para aceitar estes dias tão complicados.Não esqueça! Tudo passa.Feliz Páscoa para você e sua família!
Nesta quinta tem live do SINDCOP
Presidente e advogados do sindicato vão discutir sobre a pandemia do novo coronavírus no contexto do sistema prisional O SINDCOP vai fazer uma transmissão ao vivo nesta quinta-feira (16) para orientar a categoria e dialogar com os servidores prisionais sobre o novo coronavírus. “Como o sistema prisional paulista está enfrentando a covid-19” é o tema da live, que será transmitida a partir das 16h na página do SINDCOP no Facebook (clique aqui). Participam da conversa o presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel Barreto, e os advogados da entidade, Wesly Imasato Gimenez e Isael Tuta Ferreira. Servidores do sistema prisional poderão fazer perguntas e tirar dúvidas durante a transmissão. Além de manter o sindicato presente na vida do filiado durante a quarentena, o objetivo é orientar os servidores neste momento em que a informação correta é fundamental. Denúncias Vale lembrar que o SINDCOP vem solicitando aos servidores que enviem informações diárias sobre a situação das unidades prisionais no combate ao coronavírus, para que o sindicato possa produzir boletins, orientar a todos e cobrar o governo. Os dados podem ser enviados por meio do aplicativo WhatsApp (14) 99762-7130 / (14) 99842-5509. Até o momento foram produzidos dois boletins com relatos anônimos de servidores (veja aqui). Atendimento remoto Desde o dia 19 de março o SINDCOP está sem fazer atendimentos presenciais na sede, em Bauru, subsedes e pontos de apoio. A medida foi tomada para colaborar na prevenção e contenção do novo coronavírus e preservar a saúde dos filiados, funcionários e representantes do SINDCOP. As atividades estão previstas para retornar normalmente dia 20 de abril. Para fazer os atendimentos de forma remota, o sindicato disponibilizou os contatos do presidente da entidade, Gilson Pimentel Barreto, e dos advogados, administrativo e representantes do sindicato: Gilson Pimentel Barreto – 14 99783-8678 (presidente) Advogado Wesly Gimenez – 14 99797-5290 (Bauru) Advogado Isael Tuta – 14 99634-5432 (Bauru) Whatsapp Jurídico – (14) 99692-4544 E mail Jurídico – sindcop.juridico@gmail.com Administrativo – (14) 99748-7006 (sede) Representantes: Almostante Albuquerque – 14 99708-4486 (Bauru) José Claudio – 14 99723-4252 (Presidente Venceslau) Daniel Simonas – 17 98111-2646 (São José do Rio Preto) Fátima Regina – 19 99331-3546 (Campinas) Sérgio Dias – 14 99631-2364 (Cerqueira César) Carlos Neves – 16 99711-0985 (Pirajuí) Rogerio Muller – 14 99742-1414 (Marília) Eliseu Carlota – 16 99753-6956 (Ribeirão Preto) Eduardo Piotto – 14 99876-0434 (Bauru) Amauri Horne – 14 99715-5670 (Bauru) Fernando Gonçalves – 14 99712-9265 (Pirajuí) Aparecido Leandro – 14 98118-8070 (Bauru) Rodrigo Cavalcante – 18 99611-6077 (Presidente Prudente) Ana Paula Campesi – 18 99731-7871 (Presidente Prudente)
Justiça atende pedido do SINDCOP para reconhecer Covid-19 como doença ocupacional
Departamento Jurídico do SINDCOP entrou com Ação Civil Pública que teve parecer favorável do Ministério Público Em decisão liminar o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) obrigou o governo a abrir Notificação de Acidente de Trabalho (NAT) nos casos de servidores prisionais com suspeita de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. O juízo da 13ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo atendeu pedido do Departamento Jurídico do SINDCOP em Ação Civil Pública para que a Covid-19 fosse reconhecida como doença ocupacional. A ação, que teve parecer favorável do Ministério Público, beneficia todos os funcionários do sistema penitenciário paulista. A partir de agora os servidores que tiverem que se afastar do trabalho por suspeita ou confirmação médica de Covid-19 deverão exigir a abertura da NAT junto à sua respectiva unidade prisional. Esse processo é necessário para instruir o DPME (Departamento de Perícias Médicas do Estado) na concessão de Licença Saúde por Acidente do Trabalho. “A concessão da referida liminar é essencial ao servidor penitenciário, uma vez que já é de amplo conhecimento a ocorrência de casos de Covid-19 tanto na população carcerária, como no corpo funcional, situação que tende a se agravar diante da natureza do trabalho nas unidades prisionais do Estado de São Paulo”, analisa o advogado José Marques, responsável pelo Departamento Jurídico do SINDCOP. A decisão liminar é provisória, ou seja, ainda cabe recurso por parte da Fazenda Pública (governo). A demanda precisará obedecer todo trâmite processual civil até sua confirmação definitiva sem cabimento de recurso judicial. “O Jurídico do sindicato entendeu por ajuizar tal demanda, ante o teor da MP (Medida Provisória) 927 e Resolução SAP nº 43/2020, que pretendiam descaracterizar como moléstia ocupacional e licença acidentária os casos de Covid-19”, explica Marques. Segue na íntegra a liminar concedida: Processo nº: 1018572-27.2020.8.26.0053 – Ação Civil Coletiva Requerente: Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista -Sindcop Requerido: Fazenda Pública do Estado de São Paulo Juiz(a) de Direito: Dr(a). Luiza Barros Rozas Verotti Vistos. 1 – O pedido de liminar comporta acolhimento, nos termos do parecer do Ministério Público de fls. 45/56. Com efeito, é sabido que os servidores públicos do sistema penitenciário estão altamente expostos à contaminação do vírus Covid-19, seja pela superlotação das unidades prisionais, seja pela falta de proteção efetiva (ausência de equipamentos de proteção individual, de material de higienização, luvas, máscaras, etc), seja mesmo pelo contato diário com inúmeras pessoas (visitas no sistema prisional, transferência de detentos, etc). Evidente, pois, o nexo causal entre a contaminação e o exercício da atividade pública exercida pelos funcionários do sistema penitenciário, pois muito provavelmente a contaminação decorre de suas atividades, sem relação com fatores externos. A probabilidade do direito, portanto, decorre da atividade de alto risco exercida por tais servidores. Outrossim, a Medida Provisória n° 927, ao prever em seu art. 29, que o acometimento do coronavírus, pelos trabalhadores, não será considerado ocupacional, não atinge os servidores públicos. O perigo de dano irreparável ou de difícil reparação, ao seu turno, advém do risco de prejuízo de natureza salarial e funcional, caso a doença seja enquadrada apenas como licença saúde comum. Destarte, presentes os requisitos legais, DEFIRO a liminar para determinar que a Secretaria de Administração Penitenciária tome todas as providências para considerar como doença ocupacional, com o respectivo processamento do NAT (Notificação por Acidente do Trabalho), em todos os casos de afastamento de servidores que apresentem sintomas típicos do coronavírus, devendo, no entanto, o pedido vir acompanhado por atestado médico circunstanciado asseverando que o agente está infectado com a Covid-19. 2 – Cite-se, com as cautelas de praxe. Intimem-se. São Paulo, 13 de abril de 2020.
Decreto suspende antecipação do 13º e conversão em pecúnia de um terço das férias dos servidores
A decisão do governador João Doria foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira justificando a necessidade de priorização de recursos para combate à pandemia provocada pela Covid-19. O sindicato está acompanhando de perto para lutar pela preservação dos direitos dos servidores. Carlos Vítolo O governador João Doria (PSDB), publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (14), o Decreto 64.937, que suspende a antecipação do pagamento do 13º salário e a conversão de um terço das férias em abono pecuniário aos servidores públicos civis e militares do Estado. De acordo com o decreto, as medidas de redução de despesas com pessoal e encargos sociais se dará durante a vigência do estado de calamidade pública decorrente do contexto da pandemia da Covid-19, provocada pelo novo coronavírus. Conforme o texto, o adicional de um terço de férias será pago ao mesmo tempo que o décimo terceiro salário. “O adicional de um terço de férias será pago concomitantemente ao décimo terceiro salário, observado o inciso I deste artigo, restando afastado o momento de pagamento previsto no artigo 1º, “caput”, do Decreto n° 29.439, de 28 de dezembro de 1988”, descreve. O documento também suspende concursos públicos em andamento, admissão de estagiários, nomeações para cargos públicos e admissões em empregos públicos, quando vagos. Por fim, o decreto suspende a fixação de metas e a realização de avaliações referentes a bonificações e participações que resultem em despesas adicionais. Segundo a publicação, não se aplicam à Secretaria da Saúde e ao Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe), as medidas previstas nos incisos II a VI e no item 1 do § 1º do artigo 1º deste decreto; “II – a conversão, em abono pecuniário, de um terço das férias do empregado público, prevista no artigo 143 da Consolidação das Leis do Trabalho e no artigo 8º, parágrafo único, da Medida Provisória nº 927, de 22 de março de 2020; III – os concursos públicos em andamento; IV – a admissão de estagiários; V – as nomeações para cargos públicos e as admissões em empregos públicos, quando vagos”. Já na Secretaria da Segurança Pública, não se aplicam as medidas previstas no inciso VI do artigo 1º deste decreto. “VI – a fixação de metas e a realização de avaliações referentes a bonificações e participações nos resultados que possam importar a assunção de despesas adicionais”. O decreto, que entrou em vigor a partir de sua publicação, não se aplica às universidades públicas estaduais, “ficando-lhes recomendada a imediata adoção de medidas para garantir sua solidez financeira ante a iminente redução de suas receitas”. SINDCOP lamenta Mais uma vez, os policiais penais e demais servidores do sistema prisional foram prejudicados por um ato injusto do governo. O trabalho realizado nas unidades prisionais é fundamental, não apenas para a segurança, mas também para a prevenção da circulação do novo coronavírus. Os servidores das unidades prisionais estão expostos, uma vez que fazem parte do grupo essencial, que não podem ficar em casa e deixar de trabalhar durante a pandemia que assola o Brasil e o mundo. De acordo com o presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel Barreto, mais uma vez, o sindicato lamenta o desprezo do governo para com os profissionais da segurança pública, especialmente do sistema penitenciário. “O sindicato está atento e está acompanhando de perto, vamos lutar pela preservação dos direitos dos servidores da Administração Penitenciária”, disse o presidente. Febraban estuda autorizar adiamento de parcelas do crédito consignado Uma reportagem publicada pela Revista Exame, nesta terça-feira (14), destaca que a Federação Brasileira de Bancos estuda a possibilidade de suspender as parcelas do crédito consignado, que são descontadas diretamente da folha de pagamento dos trabalhadores. O presidente da entidade, Isaac Sidney, disse em transmissão ao vivo na segunda-feira (13), que o crédito consignado representa um terço do total de crédito concedido e que prevê que já foram renegociados 150 bilhões de reais, de um total esperado de 200 bilhões de reais. “Ao todo, representa algo entre 350 bilhões e 400 bilhões de reais entre originações (novas concessões) e renovações; por isso, estamos estudando dar carência, mas depende de questões operacionais como o acesso às folhas de pagamento de diversos municípios e estados que têm sistemas operacionais diferentes”, disse o presidente. Vale lembrar que já há pausas nas parcelas de financiamento imobiliário e de automóveis. DECRETO Nº 64.937, DE 13 DE ABRIL DE 2020 Dispõe sobre medidas de redução de despesas com pessoal e encargos sociais, durante a vigência do estado de calamidade pública decorrente da Emergência em Saúde Pública Internacional, no contexto da pandemia da COVID-19 (Novo Coronavírus) JOÃO DORIA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições legais, Considerando o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 2.493, de 30 de março de 2020, e pelo Decreto nº 64.879, de 20 de março de 2020; Considerando a necessidade de priorização de recursos para combate à pandemia provocada pela COVID-19; e Considerando, ainda, a deterioração do cenário econômico nacional e, como consequência, da arrecadação tributária, Decreta: Artigo 1º – Enquanto perdurar o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto nº 64.879, de 20 de março de 2020, e pelo Decreto Legislativo nº 2.493, de 30 de março de 2020, ficam suspensos, no âmbito da Administração direta e das autarquias: I – antecipação do pagamento do décimo terceiro salário aos servidores públicos civis e aos militares do Estado, prevista no Decreto nº 42.564, de 1º de dezembro de 1997; II – a conversão, em abono pecuniário, de um terço das férias do empregado público, prevista no artigo 143 da Consolidação das Leis do Trabalho e no artigo 8º, parágrafo único, da Medida Provisória nº 927, de 22 de março de 2020; III – os concursos públicos em andamento; IV – a admissão de estagiários; V – as nomeações para cargos públicos e as admissões em empregos públicos, quando vagos; VI – a fixação de metas e a realização de avaliações referentes a bonificações e participações nos resultados que possam importar a assunção de
Enquete mostra que a maioria dos trabalhadores não teve capacitação para atender coronavírus
ISP divulga resultados preliminares de enquete realizada entre trabalhadores da saúde e serviços essenciais; informações coletadas mostram falta de EPIs e capacitação, assim como risco de contaminação da população em geral Responda aqui o questionário: http://trabalhadoresprotegidos.com.br/. A Internacional dos Serviços Públicos (ISP) divulgou nesta terça-feira (14) os resultados preliminares da enquete realizada entre trabalhadores da saúde e de serviços essenciais durante a pandemia do novo coronavírus. Foram 1.025 questionários respondidos de forma voluntária, envolvendo diversos estados brasileiros. São Paulo foi a unidade federativa de maior participação até o momento, seguido do estado do Ceará e do Rio de Janeiro. Da amostragem, 58% são servidores públicos, 77% alegaram não ter passado por capacitação adequada para o trabalho junto à população e 67% denunciaram insuficiência de equipamentos de proteção individual (EPI), sendo que 11% disseram não ter nenhum EPI. Essas informações, somadas às dificuldades de acesso aos testes de coronavírus, colocam em risco também a população que pode ser contaminada. A campanha internacional “Trabalhadoras e Trabalhadores Protegidos Salvam Vidas” está sendo realizada mundialmente pela ISP, uma confederação sindical internacional que representa 30 milhões de trabalhadores em todo o mundo. No Brasil a campanha lançada dia 31 de março. Das respostas coletadas no país, 84% são de trabalhadores da saúde, sendo 34% de enfermeiros – categoria de maior participação na iniciativa até o momento. 55% dos participantes afirmaram passar por sofrimento psicológico neste momento e 10% têm tido mais de 12 horas diárias de jornada de trabalho. A Secretária Subregional para Brasil da ISP, Denise Motta Dau, reforça que a aplicação da enquete deva ser ampliada, mas considera que os resultados preliminares já são indicadores importantes e preocupantes fornecidos por profissionais que estão diariamente no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. As entidades estão articulando estratégias com o objetivo de reverter o quadro preocupante que se revela com os dados coletados. Foi destacado o Dia 28 de abril, Dia Mundial da Segurança e da Saúde no Trabalho, como data de mobilização a ser intensificada nas redes sociais. O formulário da enquete seguirá aberto para participação dos trabalhadores, para atualização semanal, e os dirigentes reforçam a necessidade de registro das condições diárias de segurança e saúde, para que as ações sindicais possam ser mais precisas. Responda aqui o questionário: http://trabalhadoresprotegidos.com.br/. Além do formulário, o SINDCOP solicita a todos os servidores das unidades prisionais que também enviem dados e informações diárias sobre a situação pelo WhatsApp (14) 99762-7130 / (14) 99842-5509, para que o sindicato possa produzir boletins, orientar a todos e cobrar ações do governo.
E-mail do boletim eletrônico do sindicato é atacado por vírus
O SINDCOP informa que a ferramenta usada para enviar o boletim eletrônico da entidade foi invadida por um vírus, na tarde de hoje. O vírus disparou e-mails contendo a imagem de um boleto.O sindicato esclarece que o problema foi detectado pelo desenvolver do site da entidade, o qual já providenciou o reparo necessário.Segundo a empresa o vírus apenas disparou os e-mails, não causando nenhum dano as máquinas de quem os acessou e nem aos dados dos filiados.
Governo concede reajuste a servidores do Tribunal de Contas, enquanto suspende antecipação do 13º da segurança pública
Em tempos de calamidade pública, governo publica decreto de redução de despesas ao mesmo tempo em que concede reajuste salarial, cria nova secretaria e insiste na privatização do sistema penitenciário. TCE-SP manteve o aumento aos servidores, mas será pago depois. Carlos Vítolo Enquanto que o Diário Oficial do Estado (DOE) publicou a suspensão da antecipação do pagamento do 13º salário e da conversão de um terço das férias em abono pecuniário dos servidores públicos civis e militares, por outro lado, também publicou a promulgação de uma lei que dá aumento de 3,89% aos servidores do Tribunal de Contas do Estado (TCE). De um lado, sob a justificativa da redução de despesas com pessoal e encargos sociais, em virtude do estado de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19, o governador João Doria (PSDB), publicou o Decreto 64.937 suspendendo a antecipação dos direitos dos servidores. Enquanto isso, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Cauê Macris, promulgou a lei concedendo o aumento de 3,89% aos servidores do TCE. As publicações foram feitas no DOE de terça-feira (14). O aumento de 3,89% no salário de servidores foi aprovado pelos parlamentares em sessão extraordinária realizada em 10/3, por meio do Projeto de Lei Complementar 54/2019, de autoria do Tribunal de Contas do Estado. Segundo o presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel Barreto, “no ano passado, o Conselheiro do TCE, Sidney Beraldo, era contra a concessão de Parcerias Público-Privadas (PPPs). A partir de janeiro deste ano, ele liberou as PPPs e agora, na sequência, tem um aumento para o Tribunal de Contas. Cabe até uma pergunta, quem fiscaliza isso? A quem compete essa fiscalização e cobrança? Ao Ministério Público Estadual, a Assembleia Legislativa, que tem a função de fiscalizar?”, explica Barreto. Com a aprovação do projeto pela Assembleia Legislativa, o texto seguiu para análise do governador, que poderia sancionar ou vetar, no entanto, foi publicado e passou a valer a partir da data de publicação no Diário Oficial. Uma reportagem publicada pela Revista Veja, na coluna Radar, destaca que o TCE-SP manteve o aumento aos servidores, mas que será pago depois. “A reposição salarial não será paga enquanto perdurar esta situação”, disse o presidente Edgard Camargo Rodrigues. “Em plena pandemia de coronavírus, Corte de Contas paulista não viu problema em reajustar salários que já passam, em alguns casos, dos 25.000 reais”, relata o texto. Também, sob a justificativa da redução de despesas, enquanto que por um lado o governo suspendeu a antecipação do 13º salário e da conversão de um terço das férias em abono pecuniário dos servidores públicos civis e militares, por outro lado, Doria anunciou no último dia 8 a criação da Secretaria Especial de Defesa do Consumidor, que vai atuar durante a pandemia do coronavírus. Quem assume a secretaria é o ex-deputado-estadual, Fernando Capez (PSDB), que ocupava o cargo de diretor-geral do Procon-SP. Com duração prevista de 120 dias, segundo o governo, a Secretaria Especial de Defesa do Consumidor pretende dar mais poder às fiscalizações contra aumentos abusivos de preços durante o período de isolamento social. Segundo reportagem divulgada pelo portal do governo, no último dia 8, “o novo status não implica em aumento de despesas além do previsto no Orçamento do Estado para o setor”. (https://www.saopaulo.sp.gov.br/sala-de-imprensa/release/sp-tem-secretario-de-defesa-do-consumidor-ate-agosto/). O presidente do SINDCOP destaca que “qualquer secretaria que é criada tem uma verba e provavelmente a designação de alguns servidores. O salário desse secretário qual é?”, questiona o presidente. “Foi criada uma secretaria e essa secretaria tem um custo, e ele deve ter um salário”, explica Barreto. Ainda, apesar de uma grave pandemia e da justificativa de redução de recursos, o governo insiste em suas pretensões de entregar o sistema penitenciário nas mãos da iniciativa privada. Os Centros de Detenção Provisória (CDPs) de Álvaro de Carvalho e de Gália receberam da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) as Licenças de Operação das unidades prisionais. Segundo o governo, o investimento nas unidades foi de R$ 94.864.964,21 para as unidades de Gália e R$ 48.643.788,48 para a unidade de Álvaro de Carvalho. O SINDCOP lamenta que, diante da grave crise da Covid-19, o governo continua atuando no sentido de privatizar o sistema prisional. Enquanto isso, garante a suspensão da antecipação do 13º salário e da conversão de um terço das férias em abono pecuniário dos servidores públicos civis e militares e, por outro lado, poderia ter vetado a lei que concede aumento de 3,89% aos servidores do Tribunal de Contas do Estado, mas não foi isso que o governo fez.
Para conter coronavírus no sistema, sindicatos querem reunião urgente com Restivo
Fórum Penitenciário Permanente, formado por SIFUSPESP, SINDASP-SP e SINDCOP, atua em conjunto com objetivo de preservar saúde de trabalhadores em meio a pandemia, mas tem enfrentado falta de transparência e de ação por parte da SAP. Encontro também pretende tratar da campanha salarial. Redação: Fórum Penitenciário Permanente O Fórum Penitenciário Permanente solicitou uma reunião em caráter de urgência com o secretário de Administração Penitenciária, Nivaldo Restivo. Em pauta, a crise da pandemia do coronavírus e a Campanha Salarial 2020. O ofício foi protocolado na SAP nesta quinta-feira (16). Unidos na mesma luta, SIFUSPESP, SINDASP-SP e SINDCOP têm mantido um trabalho de vigilância e cobrança sobre a necessidade de conter a proliferação da COVID-19 no sistema prisional. Porém, a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) tem sido pouco efetiva nas políticas de contenção da doença nas unidades prisionais, deixando de fornecer equipamentos de proteção individual (EPIs) a servidores e não adotando procedimentos básicos de triagem e isolamento que poderiam auxiliar na mitigação do contágio. Além disso, a pasta tem sido pouco transparente com relação aos pedidos de informações dos três sindicatos a respeito de denúncias que tratam da inexistência dos materiais preventivos e de limpeza, bem como a respeito dos afastamentos de trabalhadores com suspeitas de contaminação. O Fórum exige também a publicidade do número total de casos confirmados e sob investigação entre detentos e servidores. O presidente do SIFUSPESP, Fábio Jabá, ressalta que apesar de terem entrado com diferentes ações judiciais visando a adoção de medidas de contingência do coronavírus, os três sindicatos estão atuando com uma estratégia conjunta, que visa a preservação da saúde dos trabalhadores do sistema. Já o presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel, destaca que a vida de todos os que convivem no ambiente prisional está em jogo, e que a SAP não pode mais ficar inerte frente a um quadro grave de contaminação pelo COVID-19 que pode se configurar caso não haja colaboração dos representantes dos policiais penais. Desde 16 de março, nove servidores tiveram a infecção confirmada, com 12 suspeitas e um óbito, ocorrido em Dracena. Campanha salarial Independentemente dessa crise, os três sindicatos também farão um diálogo sobre a necessidade de a SAP responder às demandas da categoria no que se refere à Campanha Salarial 2020, aprovada em assembleias conjuntas e com pauta única, em fevereiro. Os policiais penais receberam um aumento considerado pífio, de apenas 5%, em outubro de 2019, mas as perdas inflacionárias desde o último reajuste real, em 2014, já superam os 30%. Para o presidente do SINDASP-SP, Valdir Branquinho, apesar da situação dramática que envolve a presença do coronavírus no sistema, não se pode perder no horizonte o debate sobre a valorização da categoria, que vem sofrendo inúmeras retiradas de direitos ao longo dos últimos anos.
Presidente do SINDCOP fala sobre suspensão da antecipação do 13º dos servidores e outros assuntos, em entrevista à Rádio Comercial de Presidente Prudente
Carlos Vítolo O presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel Barreto, esteve nesta sexta-feira (17) em Presidente Prudente e concedeu entrevista à jornalista Neuza Mattos, no programa “Comercial Acontece”, da Rádio Comercial AM, maior emissora da região. Entre os assuntos, o presidente falou sobre o Decreto 64.937, que suspendeu a antecipação do pagamento do 13º salário e da conversão de um terço das férias em abono pecuniário dos servidores públicos civis e militares. Barreto também falou sobre os desafios do sistema penitenciário no contexto da pandemia da Covid-19, provocada pelo novo coronavírus. Assista a entrevista.
Atendimento presencial será retomado no dia 11 de maio
O atendimento presencial do SINDCOP continuará suspenso até o próximo dia 10 de maio, por determinação do governo estadual que prorrogou o período de isolamento. Veja abaixo os telefones de contato disponíveis aos associados. 14 – 99783-8678 (Gilson Pimentel Barreto – presidente)14 – 99797-5290 ( Wesli Gimenez, advogado – Bauru)14 – 99634-5432 (Isael Tuta Vitorino Ferreira – advogado – Bauru)14 – 99692-4544 (whatsapp Jurídico) – e mail: sindcop.juridico@gmail.com14 – 99748-7006 (Administrativo – Bauru)14 – 99762-7130 (Comunicação – Bauru) – e-mail: imprensa@sindcop.org.br Representantes de pontos de apoio, sede e subsedes:Bauru – Almostante Albuquerque 14 – 99708 – 4486Bauru – Eduardo Piotto 14 – 99876-0434Bauru – Amauri Horne 14 – 99715-5670Bauru – Leandro Leandro 14 – 98118-8070Presidente Venceslau – José Claudio 14 – 99723-4252São José do Rio Preto – Daniel Simonas 17 – 98111-2646Campinas – Fátima Regina 19 – 99331-3546Cerqueira César – Sérgio Dias 14 – 99631-2364Pirajuí – Carlos Neves 16 – 99711-0985Marília – Rogerio Muller 14 – 99742-1414Ribeirão Preto – Eliseu Carlota 16 – 99753-6956Pirajuí – Fernando Gonçalves 14 – 99712-9265Presidente Prudente – Rodrigo Cavalcante18 – 99611-6077Presidente Prudente – Ana Paula Campesi 18 – 99731-7871