SINDCOP fecha convênio com Academia Speed Fitness
Oportunidade vai garantir descontos aos filiados e seus dependentes O SINDCOP fechou um convênio com a Academia Speed Fitness, em mais uma ação que busca oferecer aos filiados serviços especiais e descontos no comércio e em serviços. A academia mantém um ambiente climatizado, e a parceria vai garantir ao filiado e a seus dependentes atividades de avaliação física de alta performance, sala de musculação, aulas de ginástica, dança e artes marciais. Para a promoção oferecida ao sindicato o valor promocional é de 9 parcelas de R$ 92,00 no cartão de crédito ou cheque, e os filiados estarão isentos de avaliações físicas. O horário de funcionamento da academia é de segunda a sexta-feira das 6h às 23h e sábados e feriados, das 9h às 13h. O contato pode se feito pelos telefones (14) 3227-8486 (Duque de Caxias) ou 3243-0615 (Vista Alegre). Interessados em se matricular na academia devem levar documento pessoal de identidade e holerite com o pagamento da mensalidade do SINDCOP. A Academia Speed Fitness possui duas unidades, Unidade Duque de Caxias na Rua Dr. Lisboa Jr 1-28, ao lado do Hospital de Base e a Unidade Vista Alegre, na Rua Manoel Garrincha 1-55, próximo a Faculdade Anhnaguera. Mais informações pela página https://www.facebook.com/speedfitnessbauru/
REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Diretores e filiados do SINDCOP estão em Brasília pression A comissão especial, que analisa o texto da emenda constitucional que prevê a reforma da Previdência, incluiu os servidores penitenciários como categoria especial ( igual aos policiais), no texto que será entregue à Câmara dos Deputados. Caso a reforma da Previdência seja aprovada, os servidores terão direito de se aposentar com 25 anos de serviço. A informação foi divulgada hoje de manhã, pelo deputado Arnaldo Faria de Sá, aos diretores e filiados do SINDCOP que estão em Brasília participando de protestos contra a reforma. Os agentes estão recebendo o apoio do deputado, que entregou aos diretores do SINDCOP cópia do texto que será apresentado pela comissão na Câmara dos Deputados. Segundo o presidente do SINDCOP, Gílson Pimentel Barreto se for mantidas as regras especiais de aposentadoria para servidor penitenciário será uma grande vitória para a categoria. A inclusão dos servidores penitenciários como categoria especial ocorreu por causa da pressão que os manifestantes estão fazendo em Brasília. Ontem, servidores ocuparam o Ministério da Justiça. De acordo com a Polícia Militar do Distrito Federal, cerca de 250 pessoas ocuparam o gramado, em frente ao Congresso Nacional. A PM foi chamada para evitar que manifestantes entrem no prédio. Por causa do ato, policiais legislativos bloquearam o acesso principal do Congresso, pela chapelaria. Quem precisou ingressar no prédio foi encaminhado para outras entradas.
Câmara dos Deputados pode votar hoje proposta de reforma trabalhista
Comissão especial aprovou ontem (25) o Projeto de Lei 6787/ Comissão especial aprovou ontem (25) o Projeto de Lei 6787/16 na versão apresentada pelo relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) Comissão Especial aprovou nesta segunda (25) o texto da reforma trabalhista, que tramita em regime de urgência. Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados. Fonte: Agência Câmara de Notícias O Plenário da Câmara dos Deputados reúne-se nesta manhã para votar o texto da reforma trabalhista (PL 6787/16). O texto, que tramita em regime de urgência, foi aprovado ontem na comissão especial que analisa o tema, com 27 votos favoráveis e 10 contrários. Em virtude do início da Ordem do Dia, os integrantes da comissão não votaram 25 destaques que retiravam trechos do projeto. O relator do texto, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), apresentou, pouco antes do início da votação de ontem, novo substitutivo com algumas alterações ao original. Ele manteve, no entanto, as principais medidas do substitutivo apresentado duas semanas atrás, como a regulamentação do chamado trabalho intermitente, modalidade que permite que os trabalhadores sejam pagos por período trabalhado. O projeto também permite que a negociação entre empresas e trabalhadores prevaleça sobre a lei em pontos como parcelamento das férias em até três vezes, jornada de trabalho de até 12 horas diárias, plano de cargos e salários, banco de horas e trabalho em casa. O texto também retira a exigência de os sindicatos homologarem a rescisão contratual no caso de demissão e torna a contribuição sindical optativa. As emendas acatadas fazem mudanças pontuais no texto. Entre elas, foram retiradas categorias regidas por legislação específica, como os aeroviários, da lista de trabalhadores que podem ser contratados por meio de contratos de trabalho intermitentes. O substitutivo também passou a proibir uma empresa de recontratar, como terceirizado, o serviço de empregado demitido por essa mesma empresa. Os pontos da Reforma Negociação Negociação entre empresas e trabalhadores vai prevalecer sobre a lei para pontos como: parcelamento das férias em até três vezes; jornada de trabalho, com limitação de 12 horas diárias e 220 horas mensais; participação nos lucros e resultados; jornada em deslocamento; intervalo entre jornadas (limite mínimo de 30 minutos); extensão de acordo coletivo após a expiração; entrada no Programa de Seguro-Emprego; plano de cargos e salários; banco de horas, garantido o acréscimo de 50% na hora extra; remuneração por produtividade; trabalho remoto; registro de ponto. No entanto, pontos como fundo de garanta, salário mínimo, 13º salário e férias proporcionais não podem ser objeto de negociação. Fora da negociação As negociações entre patrões e empregados não podem tratar de FGTS, 13º salário, seguro-desemprego e salário-família (benefícios previdenciários), remuneração da hora de 50% acima da hora normal, licença-maternidade de 120 dias, aviso prévio proporcional ao tempo de serviço e normas relativas à segurança e saúde do trabalhador. Trabalho intermitente Modalidade pela qual os trabalhadores são pagos por período trabalhado. É diferente do trabalho contínuo, que é pago levando em conta 30 dias trabalhados, em forma de salário. O projeto prevê que o trabalhador receba pela jornada ou diária, e, proporcionalmente, com férias, FGTS, previdência e 13º salário. Fora do trabalho intermitente Marinho acatou emendas que proíbem contratação por meio de contrato de trabalho intermitente de profissionais que são disciplinados por legislação específica. A mudança foi pedida pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas e vale para todas as categorias regidas por lei específica. Rescisão contratual O projeto de lei retira a exigência de a homologação da rescisão contratual ser feita em sindicatos. Ela passa a ser feita na própria empresa, na presença dos advogados do empregador e do funcionário – que pode ter assistência do sindicato. Segundo o relator, a medida agiliza o acesso do empregado a benefícios como o saque do FGTS. Trabalho em casa Regulamentação de modalidades de trabalho por home office (trabalho em casa), que será acordado previamente com o patrão – inclusive o uso de equipamentos e gastos com energia e internet. Representação Representantes dos trabalhadores dentro das empresas não precisam mais ser sindicalizados. Sindicatos continuarão atuando nos acordos e nas convenções coletivas. Jornada de 12 x 36 horas O projeto estabelece a possibilidade de jornada de 12 de trabalho com 36 horas de descanso. Segundo o relator, a jornada 12×36 favorece o trabalhador, já que soma 176 horas de trabalho por mês, enquanto a jornada de 44 horas soma 196 horas. Ações trabalhistas O trabalhador será obrigado a comparecer às audiências na Justiça do Trabalho e arcar com as custas do processo, caso perca a ação. Hoje, o empregado pode faltar a até três audiências judiciais. Terceirização O projeto propõe salvaguardas para o trabalhador terceirizado, como uma quarentena de 18 meses para impedir que a empresa demita o trabalhador efetivo para recontratá-lo como terceirizado. Contribuição sindical A proposta torna a contribuição sindical optativa. Atualmente, o pagamento é obrigatório para empregados sindicalizados ou não. O pagamento é feito uma vez ao ano, por meio do desconto equivalente a um dia de salário do trabalhador. Sucessão empresarial O projeto prevê que, no caso em que uma empresa adquire outra, as obrigações trabalhistas passam a ser de responsabilidade da empresa sucessora. Ambiente insalubre Marinho acatou emenda sugerida pela deputada Laura Carneiro (PMDB-RJ) que permite o trabalho de mulheres grávidas em ambientes considerados insalubres, desde que a empresa apresente atestado médico que garanta a saúde da funcionária. No substitutivo, o relator defende que o afastamento de mulheres grávidas de ambientes de trabalho considerados insalubres discrimina as mulheres, que assim têm seu salário reduzido, além de desestimular a contratação de mulheres. Justiça do Trabalho O projeto torna mais rigorosos os pressupostos para uma ação trabalhista, limita o poder de tribunais de interpretarem a lei e onera o empregado que ingressar com ação por má fé. Em caso de criação e alteração de súmulas nos tribunais, por exemplo, passa a ser exigida a aprovação de ao menos dois terços dos ministros do Tribunal Superior do Trabalho. Além disso, a matéria tem que ter sido decidida de forma idêntica por unanimidade em pelo menos dois terços das turmas, em pelo menos
Senado aprova indicação de Maria Tereza Uille para o Conselho Nacional de Justiça
Ex-secretária de Justiça do Paraná, ela teve atuação na Ex-secretária de Justiça do Paraná, ela teve atuação na diminuição da população carcerária no estado. Desde fevereiro deste ano, integra o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária do Ministério da Justiça (CNPCP) “A atualização da Lei de Execução Penal é uma resposta estrutural à crise prisional que temos no país”, disse Tereza, durante sabatina no Senado. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado. Fonte: Agência Senado Com 58 votos favoráveis, um contrário e duas abstenções, o Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (25), a indicação da procuradora Maria Tereza Uille Gomes para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Relator da indicação na CCJ, o senador Aécio Neves (PSDB-MG), ressaltou a “altíssima qualidade intelectual, pessoal, e humanística de Maria Tereza”. O senador destacou a experiência da indicada no poder público do estado do Paraná e destacou que o Congresso terá, no Conselho Nacional, uma representação a altura das expectativas do país. Ela foi indicada para a vaga pela Câmara dos Deputados. José Agripino (DEM-RN) destacou que Maria Tereza, ex-secretária de justiça do Paraná, conseguiu o resultado “milagroso” de diminuir a população prisional do estado sem aumentar a delinquência ou a insegurança no local. “Você diminuir a população carcerária, ou seja, deixar que presos ou apenados saíssem da prisão sem aumentar a criminalidade, mantendo os padrões de segurança, é só através de qualidade de gestão no sistema prisional, no sistema carcerário e no sistema de administração de Justiça no estado do Paraná”, disse. Durante sabatina na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Maria Tereza pediu aos senadores urgência na aprovação de projeto que altera a Lei de Execução Penal (Lei 7.210/1984). A proposta (PLS 513/2013) que altera a lei resultou do trabalho de uma comissão especial de juristas que instituída pela Presidência do Senado em 2013, presidida pelo ministro Sidnei Agostinho Beneti, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), e que teve Maria Teresa Uille como relatora. Indicada ao CNJ, a procuradora ressaltou que a aprovação do projeto de lei ajudará a desburocratizar procedimentos no sistema prisional e a garantir os direitos fundamentais e a ressocialização dos condenados, entre outras medidas essenciais ao enfrentamento dos problemas das penitenciárias brasileiras. “A atualização da Lei de Execução Penal é uma resposta estrutural à crise prisional que temos no país, possibilitando ao Judiciário, ao Ministério Público, aos órgãos de Justiça e aos gestores prisionais dispor de medidas que dependem de ajustes legislativos”, frisou. Conciliação Em sua apresentação aos senadores, Maria Tereza Uille Gomes também disse existirem no Judiciário 73 milhões de processos aguardando julgamento. Já o índice de conciliação, disse, é baixo: 3% na Justiça Federal, 9% na Justiça estadual e 25% na Justiça do Trabalho. “De acordo com esses números, penso que temos alguns caminhos a serem discutidos no Parlamento, para uma Justiça mais acessível, célere e eficaz” disse, ao sugerir mais espaço para que juízes proponham acordos e soluções consensuadas, entre outras medidas.
SINDCOP NA GREVE GERAL
ASP legal, na mobilização nacional
Câmara aprova projeto da reforma trabalhista
Entre outras medidas, a proposta estabelece que a convençã Entre outras medidas, a proposta estabelece que a convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho prevalecerão sobre a lei em 16 pontos diferentes Pelo placar de 296 votos favoráveis e 177 contrários, os deputados aprovaram o texto da Reforma Trabalhista. Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados. Fonte: Agência Câmara de Notícias Veja AQUI os dados e números da votação. O Plenário da Câmara dos Deputados concluiu, na madrugada desta quinta-feira (27), a votação do projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16, do Poder Executivo). O texto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para prever, entre outras medidas, a prevalência do acordo sobre a lei, regras para o trabalho intermitente e o fim da contribuição sindical obrigatória e da ajuda do sindicato na rescisão trabalhista. A matéria será enviada ao Senado. Aprovada na forma do substitutivo do relator, deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), a proposta estabelece que a convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho prevalecerão sobre a lei em 16 pontos diferentes, como jornada de trabalho, banco de horas anual, intervalo mínimo de alimentação de meia hora, teletrabalho, regime de sobreaviso e trabalho intermitente. Poderão ser negociados ainda o enquadramento do grau de insalubridade e a prorrogação de jornada em ambientes insalubres, sem licença prévia do Ministério do Trabalho. Em negociações sobre redução de salários ou de jornada, deverá haver cláusula prevendo a proteção dos empregados contra demissão durante o prazo de vigência do acordo. Esses acordos não precisarão prever contrapartidas para um item negociado. O texto determina que mudanças na duração do trabalho e nos intervalos de alimentação não serão consideradas como normas de saúde, higiene e de segurança do trabalho, proibidas de serem negociadas por acordo. Além dessas normas, não poderão ser reduzidas ou suprimidas várias outras, como as garantidas pela Constituição e aquelas da CLT relativas a direitos de mulheres no ambiente de trabalho. Após quatro sessões extraordinárias consecutivas e mais de 14 horas de embates, o Plenário concluiu a votação do projeto de lei da reforma trabalhista (PL 6787/16), sob protestos da oposição e aplausos da maioria dos partidos da base governista, pelo placar de 296 votos favoráveis e 177 contrários. Deputados favoráveis às mudanças argumentaram que a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43) está ultrapassada e precisa ser atualizada, para, por exemplo, favorecer acordos coletivos em prejuízo da lei. Por outro lado, além dos oposicionistas (PT, PDT, Psol, PCdoB e Rede), manifestaram-se contra a aprovação do texto-base o PSB, o SD e o PMB. Para esses partidos, a reforma da legislação trabalhista desprotege os trabalhadores, retirando deles direitos adquiridos. Acerto individual Acordos individualizados de livre negociação para empregados com instrução de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do INSS seguirão os mesmos itens do acordo coletivo que prevalece sobre a lei. Entretanto, o acerto individual prevalecerá sobre o coletivo. Se esses empregados concordarem, poderá constar do contrato de trabalho cláusula de resolução de controvérsias por arbitragem. Penhora A única mudança feita pelo Plenário ocorreu com aprovação de emenda da deputada Gorete Pereira (PR-CE) para incluir no texto a dispensa para as entidades filantrópicas do oferecimento de garantia ou de bens à penhora em causas trabalhistas. A dispensa se estende àqueles que compuseram a diretoria dessas instituições. Contribuição sindical O texto de Marinho acaba com a contribuição sindical obrigatória de um dia de salário dos trabalhadores. Também acaba a contribuição patronal. Qualquer desconto para sindicato deverá ser expressamente autorizado. O Plenário rejeitou emenda do deputado Bebeto (PSB-BA) que propunha uma transição para o fim dessa contribuição ao longo de três anos. Rescisão contratual O substitutivo acaba ainda com a assistência obrigatória do sindicato na extinção do contrato de trabalho e em sua homologação. Segundo o texto, o ato da rescisão junto ao empregador, com anotação na carteira de trabalho, será suficiente para a liberação das guias de saque do seguro-desemprego e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Gravidez e insalubridade Em relação à trabalhadora gestante, o relator propõe que ela deverá ser afastada das atividades consideradas insalubres em grau máximo durante toda a gestação. Atualmente, a CLT determina o afastamento da empregada gestante ou lactante de quaisquer atividades em locais insalubres. No caso de atividades consideradas insalubres em graus médio ou mínimo, será afastada delas se atestado de saúde de médico de sua confiança recomendar o afastamento durante a gestação. No período da lactação, o afastamento também poderá ocorrer se atestado de médico de sua confiança assim indicar. Em todas essas situações, ela continuará a receber a remuneração normal, inclusive o adicional de periculosidade. Entretanto, esse adicional será compensado pela empresa no pagamento das contribuições devidas pela pessoa jurídica e incidentes sobre a folha de salários. Quando não for possível que a gestante ou a lactante exerça suas atividades em local salubre da empresa, sua gravidez será considerada de risco e a trabalhadora será afastada com recebimento de salário-maternidade durante todo o período de afastamento. Tempo não conta A redação da reforma trabalhista desconsidera como tempo trabalhado várias situações, após o período da jornada normal, nas quais o trabalhador ainda está na empresa, seja por escolha própria ou para buscar proteção pessoal: práticas religiosas; descanso; lazer; estudo; alimentação; atividades de relacionamento social; higiene pessoal; e troca de roupa ou uniforme, quando não houver obrigatoriedade de realizar a troca na empresa. Já o padrão de vestimenta no meio laboral será definido pelo empregador, enquanto a higienização do uniforme é de responsabilidade do trabalhador. Deslocamento Segundo o texto, o tempo gasto pelo empregado de sua residência até a “efetiva ocupação do posto de trabalho” e para o seu retorno não será computado na jornada de trabalho, por não ser “tempo à disposição do empregador”. Isso valerá para trajetos feitos a pé, dentro da fábrica ou por qualquer meio de transporte, inclusive o fornecido pelo empregador. Nesse sentido, o projeto exclui a possibilidade prevista atualmente na CLT de acordos coletivos
Movimento da Greve Geral toma corpo em todo país
Atos do dia 28 fazem parte e convocação conjunta de Centra Atos do dia 28 fazem parte e convocação conjunta de Centrais Sindicais brasileiras. Paralisações envolvem diversas categorias profissionais Protestos já têm adesão de outsa entidades, além dos sindicatos. Foto: Divulgação. Trabalhadores de diferentes categorias irão paralisar suas atividades nesta sexta-feira, 28/04. O dia foi escolhido para organizar mobilizações por todo país em protesto ao conjunto de medidas adotadas pelo governo Michel Temer (PMDB) e debatidas no Congresso Nacional – as reformas Trabalhista e da Previdência e a Lei de Terceirizações. Convocada pelas principais Centrais Sindicais brasileiras, a Greve Geral já reúne trabalhadores nas principais cidades do país. Entidades como o Ministério Público do Trabalho e a Conferência Nacional dos Bispos da Brasil posicionaram-se no sentido de afirmar a legitimidade da greve e da necessidade do governo “escutar” a população. Em evento da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), com apoio do Conselho Federal da entidade, a posição foi de protesto contra a tramitação em regime de urgência do Projeto de Lei 6787/2016, que trata da Reforma Trabalhista. Os servidores do sistema penitenciário foram orientados pelo SINDCOP a participarem das movimentações. Para aqueles que estiverem de folga a sugestão é marcar presença nos atos organizados nas cidades. Já para os que estiverem de plantão, a orientação é para colocar em prática a ‘Operação Tartaruga’, executando as funções para o qual foi concursado. Mesmo trabalhando e sem desrespeitar nenhuma lei será possível protestar contra os desmandos do governo durante a mobilização nacional. Em São Paulo, motoristas e cobradores de ônibus aprovaram adesão à Greve Geral, cruzando os braços por 24 horas, movimento semelhante em outras 17 cidades da região metropolitana de São Paulo e da Baixada Santista. Capitais como Rio de Janeiro, Brasília, Vitória, São Luís, Cuiabá, Campo Grande, Teresina, Natal, Recife, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Porto Alegre, Rio Branco, Maceió, Manaus e Macapá também terão paralisações nos transportes coletivos. Ainda na capital paulista, trabalhadores dos trens (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos-CPTM) e do metrô vão promover paralisações durante 24 horas nas linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 5-Lilás, 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda, 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 15-Prata. Outras categorias já tinham indicado adesão ao movimento do dia 28. Vão paralisar as atividades os professores estaduais, municipais e privados, os aeroviários, os bancários (em 22 estados), os metalúrgicos (sete estados), os comerciários (seis estados), os eletricitários, os químicos, os petroleiros e os trabalhadores de saneamento básico e dos Correios. Os servidores públicos das demais áreas, inclusive do Judiciário, vão ter paralisações em todas as capitais e dezenas de cidades médias. Trabalhadores do Porto de Santos também aprovaram a greve.
SINDCOP NA GREVE GERAL
sindcopnagrevegeral Inês Ferreira O SINDCOP criou uma conta no Instagram (SINDCOP), e nela a hashtag “#sindcopnagrevegeral”. Nesse espaço os servidores penitenciários poderão compartilhar em tempo real fotos e/ou pequenos vídeos, áudios (com crédito do autor) em grupos de Whatsapp, Facebook e em outras redes sociais, e no site da entidade. Se você ainda não tem uma conta no Instagram é fácil. Basta baixar o aplicativo no celular por meio do Google Play e criar a conta. É muito rápido. Todos podem participar. Não esqueça de colocar um pequeno texto identificando o local, horário, cidade e, se possível, número aproximado de pessoas. Amanhã, curta, comente, compartilhe as postagens, marque perfis – isso potencializa a divulgação e o sucesso da mobilização. É importante que todos usem a mesma #hashtag, porque ela funciona como um grande banco de fotos e informações, concentrando em mesmo lugar as postagens sobre o assunto, além de ganhar influência nas redes. Participe!
Mobilização em Brasília
SINDCOP convoca categoria para protestar na capital federal. SINDCOP convoca categoria para protestar na capital federal. Ônibus vão sair de Campinas, Bauru e Presidente Prudente Acesse este link para entrar no grupo de organização da Viagem à Brasília: https://chat.whatsapp.com/BcDFKok3Mjc1julfKms1OO O SINDCOP está convocando toda a categoria dos Agentes Penitenciários para participar das movimentações em Brasília-DF, que será palco de protestos da categoria contra a Reforma da Previdência (PEC 287/16). O sindicato vai disponibilizar aos servidores alimentação e o transporte até Brasília, saindo das cidades de Campinas, Bauru e Presidente Prudente, no dia 2 de maio, terça-feira, ás 19h. A volta está programada para dia 03 de maio, também às 19h. Os atos em Brasília visam pressionar os Deputados Federais e Senadores a respeito das reivindicações dos servidores penitenciários na Reforma da Previdência, que está tramitando na Câmara dos Deputados. A proposta que está tramitando coloca o servidor penitenciário dentro das regras da reforma, desconsiderando a periculosidade e o desgaste do trabalho no sistema prisional. O SINDCOP defende que a categoria seja enquadrada na categoria especial, juntamente com as polícias. “O servidor penitenciário precisa se mobilizar. Devemos lutar pelo nosso direito, não podemos descuidar dessa missão, principalmente neste momento de ataques aos direitos dos trabalhadores”, disse o presidente do SINDCOP, Gilson Pimentel Barreto. O relator da reforma da Previdência, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) divulgou que os agentes penitenciários não foram incluídos nas regras especiais dos policiais civis, que terão direito à idade mínima de 55 anos para se aposentar. Para o servidor que quiser participar dos atos em Brasília, basta acessar o link a seguir, que redirecionará para um grupo no WhatsApp, com intuito de organizar a viagem. O servidor deve informar nesse grupo seu nome, CPF, RG e a unidade em que ele trabalha. Acesse este link para entrar no grupo do WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/BcDFKok3Mjc1julfKms1OO No final de semana pode entrar em contato pelos celulares: Bauru 14 99748-7006 Pirajui 14 99680-0868 Serrana 16 99873-9996 Presidente Prudente 14 99722-4482
SINDCOP engrossou as fileiras da Greve Geral
Com a presença de diretores e funcionários, sindicato este Com a presença de diretores e funcionários, sindicato esteve junto da classe trabalhadora em Bauru Diretores e funcionários do SINDCOP estiveram nos atos em Bauru. Foto: Lucas Mendes/SINDCOP. Por Lucas Mendes A sexta-feira, 28 de abril de 2017, começou de um jeito diferente em várias cidades brasileiras. Trabalhadores, sejam servidores públicos ou da iniciativa privada, cruzaram os braços atendendo ao chamado da Greve Geral, convocada como forma de protesto diante das medidas tomadas pelo Governo de Michel Temer (PMDB), como as Reformas Trabalhista e Previdenciária. Puxado pelas principais Centrais Sindicais brasileiras, os atos não tiveram destaque na “grande” mídia empresarial, seja no dia anterior ou mesmo durante as manifestações. Apesar disso, ainda no começo da noite, o balanço das entidades foi positivo. Segundo a Central Única dos Trabalhadores (CUT), as avaliações preliminares giram em torno de 35 milhões de pessoas que aderiram ao movimento, alcançando a marca histórica da greve geral de 1989. Em Bauru, logo cedo notou-se que algo iria acontecer, pois os ônibus circulares não saíram das garagens. Com isso, lojas do comércio da região central não abriram, ou tiveram um expediente reduzido. O SINDCOP também não abriu nesta manhã. Não houve os tradicionais atendimentos jurídicos nem o apoio oferecido aos filiados. Nesta sexta o expediente foi na rua, e todos dali – diretores, presidente e funcionários, estiveram engrossando a passeata, empunhando as faixas em defesa do agente penitenciário: denunciando as péssimas condições de trabalho e o repúdio às reformas trabalhista e previdenciária. Às 9h, em frente à Câmara Municipal, os trabalhadores já tomavam as duas faixas da Avenida Rodrigues Alves, reunindo setores e categorias profissionais distintas, além de vários sindicatos. Na cidade, o ato da Greve Geral reuniu cerca de 5 mil pessoas, que caminharam pelas ruas do centro durante toda manhã. Cruzaram os braços em Bauru os bancários (70% das agências públicas não abriram, segundo o sindicato da categoria), servidores da Justiça do Trabalho, professores da rede estadual de ensino (foram 39 escolas estaduais e municipais paralisadas na cidade, segundo o Coletivo Chão de Giz, grupo que reúne professores). Os servidores municipais também se mobilizaram. Segundo a Assessoria de Imprensa da Prefeitura, as secretarias da Saúde, Educação e Bem-Estar Social tiveram adesão à greve. Com paralisações em todo o Brasil, a classe trabalhadora continua mobilizada para os enfrentamentos que virão. A Reforma Trabalhista foi aprovada por 296 votos a 177 na Câmara e foi agora pro Senado. A Lei que possibilita a Terceirização irrestrita já foi sancionada no final de março e a reforma da Previdência continua tramitando na Câmara dos Deputados. Dando continuidade à organização da categoria do servidor penitenciário, o SINDCOP convida os agentes a participar dos atos que vão ocorrer em Brasília-DF, no dia 3 de maio, contra a inclusão da categoria na reforma da Previdência. Para mais detalhes sobre transporte, acessar: https://www.sindcop.org.br/sindcop/Portugues/noticia/index.php?acao=detalhar&cod=927 Greve mobilizou diversas categorias contra as reformas da Previdência e trabalhista. Foto: Inês Ferreira/SINDCOP.