SINDCOP convoca Assembleia Geral Ordinária para prestação de contas referente a 2022

A reunião será no dia 15 de fevereiro em Bauru, conforme edital publicado no jornal Folha de SP Carlos Vítolo Da Redação – SINDCOP O SINDCOP (Sindicato dos Policiais Penais e Trabalhadores do Sistema Penitenciário Paulista) realiza no próximo 15 de fevereiro, uma Assembleia Geral Ordinária, com o objetivo de deliberar sobre a prestação de contas da entidade, referente ao ano de 2022. A reunião terá início às 11h, em primeira convocação, ou às 11h30, em segunda e última convocação, com qualquer número de presentes. O edital de convocação foi publicado no jornal Folha de SP, de circulação estadual, nesta quarta-feira (31), página A24. De acordo com o edital, está convocada toda a categoria dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista dos Municípios de Assis, Avaré, Bauru, Marília, Mirandópolis, Pirajuí, Presidente Prudente, Presidente Venceslau e São José do Rio Preto. Serviço: a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas 2022, acontece na sede do SINDCOP, em Bauru, na Rua Manoel Bento Cruz, 13-45, Centro.
Senado prepara audiência pública sobre a saúde mental das mulheres da segurança pública

Carlos Vítolo Da Redação – SINDCOP A saúde mental das mulheres profissionais da segurança pública e o impacto do assédio nos altos índices de suicídio será tema de uma audiência pública no Senado. A realização da audiência pública ainda não tem data definida. O debate foi pedido pela senadora Leila Barros (PDT/DF) e aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais do Senado. De acordo com a senadora, serão apresentados os resultados do Congresso Internacional das Mulheres Policiais, realizado em Brasília, no ano passado, que tratou da saúde integral na atuação e valorização da mulher policial. “A falta de debate aberto sobre assédio e suicídio e a insuficiência de dados sobre o tema prejudicam a gestão psicológica e dificultam a divisão de responsabilidade entre os envolvidos. É urgente discutirmos o problema com especialistas, a fim de propor soluções mais efetivas para o combate do assédio e o suicídio nessas instituições. O recente caso da escrivã Rafaela configura a repetida história que perpassa anos e décadas. Precisamos preservar essas profissionais do desgaste emocional e mental ao longo da carreira”, disse a senadora. A escrivã Rafaela Drumond foi encontrada morta em casa em junho do ano passado. Rafaela trabalhava na cidade mineira de Carandaí e havia feito denúncias de assédio moral, sexual e pressão com sobrecarga no trabalho ao Sindicato dos Escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais. Dias após sua morte, circulou nas redes sociais um vídeo com Rafaela sendo xingada. “Estudos apontam para a larga incidência de estresse, depressão, ansiedade, dentre outros males resultantes da violência organizacional e psicológica a que são submetidas as profissionais da segurança pública, que atuam sobre forte pressão psicológica”, destacou a senadora. No ano passado, a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e Segurança Pública (Senasp/MJSP) divulgou números relacionados ao aumento no número do efetivo das mulheres que atuam em órgãos de segurança pública de todo o país. Os estados com maior destaque nesse aumento do efetivo feminino foram Espírito Santo, Acre, Roraima, Amapá e Rio Grande do Norte.