Sindcop cobra governo sobre erros no primeiro holerite do subsídio dos policiais penais

Presidente Gilson Barreto fala sobre o assunto em entrevista na Rádio Sindcop. Departamento Jurídico solicita envio de holerites.

Carlos Vítolo

Da Redação – SINDCOP

O programa Revista Nacional, da Rádio Sindcop, recebeu para entrevista nesta segunda-feira (3), o presidente do Sindcop, Gilson Barreto, que falou sobre os diversos erros que ocorreram no holerite dos policiais penais, tanto da ativa quanto aposentados.

O holerite é o primeiro que deveria conter a nomenclatura Polícia Penal após o governador Tarcísio de Freitas ter sancionado a lei orgânica que instituiu a nova polícia do estado, em setembro do ano passado, e que entrou em vigor em 1º de janeiro deste ano.

Na entrevista, o presidente do Sindcop detalhou todos os erros ocorridos holerite e respondeu a perguntas feitas pelo público que acompanhou a transmissão ao vivo da Rádio Sindcop. Barreto disse que o Sindcop está oficiando o governo para cobrar medidas de correção dos erros.

Barreto disse que já na última sexta-feira, “depois de tanta ansiedade, a gente se depara com informações extraoficiais, mesmo antes da disponibilização dos holerites, de que tinha muitos erros na folha de pagamento. Erros que a gente não esperava que tivesse. Tanto para aposentados, quanto para o pessoal que foi promovido recentemente no final do ano”.

O presidente disse que a categoria já vem há 2 anos sem um reajuste, sem reconhecimento e sem valorização. “Uma verdadeira bagunça, nós podemos dizer, a Polícia Penal do Estado de São Paulo, na gestão do governador Tarcísio, infelizmente”.

Assista a entrevista na íntegra:

Departamento Jurídico solicita envio de holerites

O Departamento Jurídico do Sindcop solicita aos filiados, tanto da ativa quanto aposentados, bem como a todos os policiais penais interessados, que enviem a cópia de seus holerites, de dezembro/2024 e fevereiro/2025, para a realização de um estudo e verificação das inconsistências ocorridas no pagamento. Os holerites devem ser enviados pelo Watsapp (14) 99748-7006, sem os dados pessoais, apenas com as descrições dos lançamentos.

De acordo com o Jurídico, os estudos servirão para “verificar as inconsistências que ocorreram no pagamento dos policiais penais em forma de subsídio, e entrarmos com as medidas cabíveis, tanto de âmbito administrativo ou judiciário, pois, houve uma tremenda e flagrante violação dos direitos trabalhistas dos servidores da Administração Penitenciária, redução dos salários da maioria dos policiais penais com a desculpa de nivelamento dos níveis de vencimento”.

Confira abaixo o informativo.