Diretores do Sindcop visitam Santas Casas de Lins e Cafelândia

Carlos Vítolo Da Redação – Sindcop A Diretora de Saúde do Sindcop, Mary Shamas, e o suplente do Conselho de Administração, Carlos Roberto Romacho, estiveram em visita às Santas Casas dos municípios de Lins e Cafelândia. As visitas ocorreram no último dia 31 e também esteve presente a representante da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial Estado de São Paulo), Idenilde Almeida Conceição. Eles falaram sobre demandas relacionadas ao Iamspe (Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual). Em Lins, foram recebidos pelo diretor da Santa Casa, Gean Paulo Domenico Canno Novelli, e em Cafelândia pela gestora Maria Elisabete Herrera Oikawa.

Entrevista na Rádio Sindcop fala sobre registro e porte de armas para policiais penais

“Nós temos diretores da própria antiga SAP que eram contra o uso de arma, porque eles acham uma imbecilidade o policial penal usar arma”, disse Romacho. Carlos Vítolo Da Redação – SINDCOP O programa Revista Nacional, da Rádio Sindcop, recebeu para entrevista ao vivo nesta quinta-feira (3), o diretor do Sindcop, Carlos Romacho. Ele trouxe informações e orientações sobre o registro e o porte de armas para os policiais penais. O presidente do Sindcop, Gilson Barreto, entrou rapidamente no programa, mas, em virtude de outros compromissos relacionados à categoria, não foi possível participar. No dia 25 do mês passado, Romacho e outros diretores do Sindcop participaram de uma reunião exclusiva com o Diretor-Geral da Polícia Penal, Rodrigo Santos Andrade, e o Diretor-Geral Adjunto, Odirlei Arruda de Lima. Um dos assuntos abordados e que faz parte da pauta de negociação protocolada pelo Sindcop junto ao Diretor-Geral da Polícia Penal, foi justamente a questão do porte de armas para os policiais penais. O item três da pauta destaca: “3 – Concessão do porte de arma funcional aos policiais penais que preencham os requisitos exigidos e se haverá treinamento”. De acordo com o diretor do Sindcop, havia dentro da própria Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), pessoas que eram contra o uso de arma pelos policiais penais, antigos ASPs e AEVPs. “Nós temos diretores da própria antiga SAP que eram contra o uso de arma, porque eles acham uma imbecilidade o policial penal usar arma. Desde que nós temos secretários na nossa instituição, eles não se importam muito com a nossa segurança, eu falo isso para você porque eu lido com isso desde 2003”. Nesta reunião que nós tivemos com o Rodrigo, aparentemente, ele veste a camisa da Polícia Penal. Pelo que ele falou para mim, para o Gilson, o pessoal que estava lá, ele veste completamente a camisa da Polícia Penal. É policial penal, não é policial militar e não é área militar, nós somos civis com disciplina. Ele nos deu garantias. Eu espero que ele fique na coordenadoria, porque ele é um grande exemplo”, destacou Romacho ao Revista Nacional. Romacho explicou também que, para comprar uma arma de fogo, o policial penal precisa entrar no site da Polícia Federal, fazer exame psicológico, fazer exame de tiro, fazer um pedido pra Polícia Federal. “A gente precisa explicar, porque cada caso é um caso. Geralmente, você entra no gov.br, Polícia Federal, arma de fogo, entra lá, tem todas as especificações”, disse. O sindicalista falou ainda sobre as resoluções que foram feitas pela SAP e que, para ter validade para a Polícia Penal, o DG da Polícia Penal vai ter que fazer novas portarias de tudo o que a SAP fez. “Todas as resoluções SAP que existem, em torno de 180, 185, não me lembro exatamente quantas resoluções, a Polícia Penal vai ter que fazer portarias das resoluções, porque o agente de segurança penitenciária não existe mais, o agente de escolta e vigilância penitenciária não existe mais. Para ter validade da secretaria para a Polícia Penal, o diretor geral tem que fazer as novas portarias de tudo o que a SAP fez”, explicou Romacho. Confira todos os detalhes da entrevista ao vivo com Carlos Romacho.