São Paulo combateu as tropas federais em defesa de uma nova Constituição para o Brasil
Carlos Vítolo
Da Redação – SINDCOP

Um movimento armado, iniciado em 9 de julho de 1932, liderado pelo estado de São Paulo, a Revolução Constitucionalista defendia uma nova Constituição para o Brasil.
O acontecimento foi uma resposta dos paulistas ao autoritarismo iniciado no golpe de 1930, que deu início à era de Getúlio Vargas. Por quase quatro meses, os paulistas entraram em confronto com tropas fiéis a Vargas, mas foram derrotados.
O conflito armado tinha o objetivo de derrubar o governo de Getúlio Vargas, que havia assumido a Presidência depois de um golpe de Estado contra o presidente eleito Júlio Prestes.
Apesar da derrota dos paulistas, o levante não foi em vão, já que, em 1934, foi promulgada a nova Constituição. Para lembrar o movimento, desde 1997, o dia 9 de julho tornou-se feriado estadual por meio da aprovação da Lei 9.497 pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp).



